21 dezembro 2009

Cartão de Visitas Não é Tudo










Por Jorge Fernandes Isah [1]

É interessante como o discurso liberal não passa de retórica, onde todas as grandes virtudes servem apenas como “passaporte” para o pecado e "livre-acesso" à libertinagem, e, em última instância, o descrédito da palavra de Deus como infalível, inerrante e inspiradamente divina [na verdade, é o motivo principal]. Não passando de uma estratégia real para se dar vazão à carne, para acomodá-lo a uma distância segura o [in] suficiente para não ver o Deus bíblico e Seus mandamentos, sem que haja a chance da [in] consciência acusá-lo; ainda que não seja possível em nenhum momento estar fora do alcance da mão e da justiça divinas.

O objetivo é desqualificá-la como a palavra fidedigna e revelação especial de Deus, a única capaz de levar o homem a conhecê-lO e a Sua vontade e, da mesma forma, o único canal possível de levar o homem ao conhecimento próprio, da criação, e de tudo o mais no universo que está diretamente relacionado ao Criador. O intento é o de transtornar e converter a verdade e, em seu lugar, instalar o falso deus criado pela mente caída do homem, como uma reprodução e projeção de si mesmo erguida no altar da idolatria e da blasfêmia; onde se quer ser comparado a Ele quando se é apenas uma tola, miserável e insignificante criatura, pois "todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menor do que nada e como coisa vã" [Is 40.17].  

Mesmo assim, diante da completa impossibilidade de haver algo semelhante ou comparável a Deus, há os que se consideram "divinos", ao tentarem diminuí-lO até o patamar mais baixo que o ceticismo possa levá-los. Entre outros, são os liberais declarados, aqueles que não se escondem e estão dispostos a revelar toda a sua incredulidade, travestida de racionalismo puro, empirismo autorrefutável e axiomas certamente improváveis e ilógicos, a levarem a efeito esse trabalho. Sabemos quem eles são, onde estão, e o que planejam detidamente realizar em prol de suas convicções insanas e espúrias, e, quem os seguem, sabe muito bem porque está a segui-los; não há enganados e distraídos, há apenas tolos, cegos e soberbos sectários.[2] 

Portanto, a preocupação se volta para os liberais que se têm travestido de ortodoxos e se infiltrado sorrateiramente nas igrejas, congressos, seminários, editoras, sites e blogs aparentando piedade, quando o propósito é somente um: traiçoeira e subliminarmente, em doses homeopáticas, aplicarem nos incautos o vírus da descrença, o ódio a Cristo, a “desglória” a Deus e o desamor ao próximo. Os efeitos não são percebidos até que se tenha erigido um trono onde o homem  seja "deus", e todas as respostas partam dele para ele mesmo, à margem da razão baseada nas Escrituras, e a devastação se instala de tal forma que não sobra nenhuma ovelha para contar história. Acaba por ser muito tarde para qualquer tentativa de restauração, porque as consciências foram dominadas pelo ego intransigente e doentio do novo "deus".

Tudo começa ao serem recebidos de braços abertos, e reconhecidos pelos ortodoxos como irmãos de fé, talvez um pouquinho diferentes apenas [afinal não é preciso concordar em tudo], e com isso estão a ganhar publicidade, notoriedade e respeitabilidade como cristãos acima de qualquer suspeita, alcançando posições de destaque entre os crentes distraídos, que se encarregam de servi-los, afastando os "intolerantes" e seus alertas provocativos e dissensores das decisões, quando não os expulsando sumariamente, seja pela calúnia e difamação, seja pela rejeição pura e simples.Qualquer tentativa de se observar a Palavra, apontando sabiamente as consequências e os danos advindos da não-biblicidade, será imediatamente rechaçada. 

É assim que agem, não querem ouvir, mas apenas seguir o apelo de seus corações corrompidos; e acabam por se tornar em presas fáceis às artimanhas perpetradas pelos falsos mestres, acabam por se desestabilizar, corromperem-se pelas idéias humanistas e antibíblicas, e enrodilhados no estratagema mais dissimulado e sordidamente possível a que o liberal se propõe: fazer-se no que não é para disseminar aquilo que é entre os que não são mas querem ser.

Estão aí, espalhados por todos os cantos, como lobos em peles de cordeiros, como joio a tentar sufocar o trigo; fingindo-se de filhos de Deus quando são bastardos gerados por satanás. 

Como Paulo divinamente inspirado proferiu: "Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados. Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra" [Tt 1.15-16]. O conhecimento de Deus fora das Escrituras é impossível, por isso os liberais ao dizer conhecê-lO através dos métodos extra-bíblicos negam-nO, exatamente por não produzirem frutos para a Sua glória, mas apenas colhem para si a corrupção da carne [Gl 6.8].

Infelizmente, quando muitos se assustarem, terão abandonado a sã doutrina e enveredado pelo caminho do engano, da mentira, da impostura, da corrupção, seguindo os adoradores do próprio ventre; os quais, "com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples", levando escândalos à santa doutrina [Rm 16.17-18]. Esta tem sido a nova "cara-de-pau" do mal, uma repaginação ainda mais ardilosa, ainda mais maquiavélica de seduzir e dissuadir os incautos, atingindo mesmo crentes devotados e sinceros [o inferno  está cheio desse tipo de gente: religiosos e a-religiosos inconversos]. O que resultará no endurecimento do coração, e um caminho sem volta à verdade [entendo que mesmo os réprobos podem se beneficiar da verdade, tendo uma vida calma, ainda que nunca sejam regenerados pelo Espírito].

Por isso a Igreja tem a obrigação de estar atenta, e de não se enganar com a aparência, nem julgar em suas bases, mas como Cristo disse, julgar "segundo a reta justiça” [Jo 7.24]; para dispor-se a revelar a face diabólica dos filhos do diabo e rejeitar qualquer forma de união com as trevas, seja colaborando, omitindo ou ignorando; "porque tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te" [2Tm 3.5]. 

Reportando-me ao texto escrito pelo amigo e pastor, Marco Antônio Ferreira, ao aludir a Lutero “que conclamava o povo cristão a se submeter somente à autoridade das Escrituras” [3], este tem de ser o norteador e objetivo primordial da igreja, como aquela encarregada por Cristo de realizar a Sua obra neste mundo. E assim ninguém poderá dizer que errou ou “desviou-se” sem saber, pois desprezar a Palavra significa rejeitar o próprio Deus, e daí, para ser dominado pelas trevas, é apenas questão de tempo para se estar completamente cativo, não a Cristo, mas ao reino do mal.

Então, o que esperar além da cegueira absoluta?... da perdição total?

Lembre-se: o cartão de visitas não é tudo.

Notas: [1] Tive grande ajuda do irmão e amigo Edson Camargo, do Profeta Urbano, na formatação deste texto. 
[2] Transcrevo o comentário do Edson Camargo: "A questão é que há cada vez menos liberais declarados. O ambiente geral de ignorância bíblica e de falta de discernimento os motiva a posarem de ortodoxos, e tem funcionado. Veja quantos blogs de gente ortodoxa dando links para blogs e sites liberais... Veja quantos liberais com colunas nas tais 'revistas evangélicas'... Mas muito disso aí é pensado e planejado. Seja por comunistas, por globalistas, ou por satanistas mesmo. Quando não é tudo isso ao mesmo tempo". 
[3] O texto completo do pr. Marcos A. Ferreira intitulado "Lutero e a Bula de Excomunhão" pode ser lido integralmente AQUI

10 comentários:

  1. Esse texto me lembra Francis Schaefer no livro "O Deus que intervém". Ele compara os que dão espaço aos incrédulos liberais aos tambores dos antigos cananitas que sacrificavam crianças aos seus deuses, lançando-as ao fogo. Os tambores eram muitos e tocados à máxima altura, para sufocar o som dos gritos desesperados de dor dos bebês que eram queimados vivos.
    A tragédia acontece, mas ela tem que passar despercebida. Não eram os tambores que estavam queimando as crianças, mas seu ruído estridente tinha participação especial no mascaramento da situação.
    Quem dá espaço ao incrédulo liberal, mesmo não sendo liberal, passa a idéia mascarada de que tal incrédulo seja tão fiel à verdade quanto os crentes mais apegados na inerrância das santas Escrituras.

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  2. Pr. Marcos,

    o irmão andava sumido daqui... ainda que converssemos eventualmente por email (o que também é raro, dada as muitas atividades que o irmão tem).

    Obrigado por seu comentário. Ele resume e elucida ainda mais o que eu pretendia falar e, talvez, não tenha dito.

    Grande abraço ao irmão!

    Cristo o abençoe!

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  3. Grande Jorge Isah!
    Na paz, irmãozão?

    Parabéns! Você tocou em pontos importantes nesse artigo.

    Ao comentar que "diante da completa impossibilidade de haver algo semelhante ou comparável a Deus, há os que se consideram "divinos", ao tentarem diminuí-lO até o patamar mais baixo que o ceticismo possa levá-los", não há como lembrar dos liberais da linha que segue Rudolph Bulltman, que, por mais que se digam crentes em Deus, negam a possibilidade dos milagres.

    Lembro também dos tais neoteístas, o pessoal do "teísmo aberto" ou "teísmo da abertura de Deus", que acabam por negar a soberania de Deus, acabando por minar o valor das promessas do Senhor.

    Como comentamos por e-mail, reitero minha posição aqui, 'ipsis literis':

    A igreja precisa urgente de montar grupos para identificar esses caras em pequena e grande escala. De preferência, grupos supradenominacionais (só assim o poderão atuar em todas as frentes, com uma plena pluralidade de dons operando) com gente escolhida a dedo (o dedo do Senhor) e com muitos intercessores espalhados e capacitados. Por enquanto, resta-nos orar e lutar com as armas que temos. Os blogs, os artigos, são algumas delas.

    A triagem é fundamental. Tem de ser feita por pessoas que saibam ver com clareza o que é um cristão ortodoxo verdadeiro, para além da sua orientação teológica e denominacional. Hereges e liberais, assim como ortodoxos e gente comprometida com o Senhor, há entre calvinistas, pentecostais, batistas históricos, etc.

    Há a discordância teológica entre cristãos ortodoxos, gente honesta espiritual e intelectualmente, e há a distorção da Palavra notória, teimosa, obstinada, ou até mesmo ingênua, mas ainda assim perigosa. Saber discerní-las é cada vez mais imprescindível.

    Só na presença do Senhor, com jejum e intercessão, podem surgir equipes assim capacitadas.

    Chega de reduzir a Revelação à hermenêutica (que é sim, uma ferramenta importante), e chega de querer transpor para o campo doutrinário coisas que não passam muitas vezes de impressões e sentimentos pessoais.

    É na submissão ao Senhor que encontramos a liberdade que o Espírito Santo traz.

    Abração, meu nobre Jorge!

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  4. Edson,

    a sua contribuição para o texto foi fundamental, a qual agradeço-o novamente.

    Em relação à sua sugestão, creio que já passou da hora da igreja "bloquear" e impedir que esses aproveitadores e servos do diabo se instalem em seu seio e corrompa-a. E a saída passa necessariamente pelo que você apontou: o necessário retorno à pregação da Palavra e a proclamação da verdade, a aplicação dos mandamentos divinos, a disciplina eclesiástica, o repúdio ao antinominialismo, a rejeição ao farisaísmo, a entrega total dos crentes aos ensinamentos e a doutrina de Cristo e dos apóstolos.

    Sem isso, qualquer movimento não passará de mais uma "emboscada" do inimigo, em mais uma tentativa frustrada de se deter o mal.

    Bem, como você é muito mais capaz e bem informado do que eu, há chance de podermos fazer alguma coisa? De iniciarmos algo?

    O que você acha?

    Grande abraço ao irmão!

    Cristo o abençoe!

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  5. Olá, meu caro Jorge.

    Há muito que lhe devo uma visita. Com o pouco tempo para ler blogs, tenho me dedicado mais a escrever nos meus e ler o que consigo da minha lista já existente. Mas acho que fiz bem em pagar minha dívida neste momento. Pois o que você diz nesta postagem vai ao encontro de muito do que vai em minha mente e coração.

    A irracionalidade e o ceticismo dos liberais, declarados ou não, são os mesmos daqueles todos que não se rendem ao Absoluto Deus, a única Verdade a partir da qual construir qualquer pensamento. Todos aqueles que se furtam ao Fundamento estão fadados a serem cegos guias de cegos, não importa o quanto seu discurso seja sofisticado ou elaborado.

    Mas, enfim, a mentira cairá sob os pés da Verdade. Que nos firmemos nEla para que estejamos em pé naquele dia, pela graça e para a glória de Deus!

    No amor de Cristo,
    Roberto

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  6. Caro Roberto,

    Fiquei realmente muito feliz de vê-lo por aqui. Não só porque nutro uma admiração pelo que escreve e pela coragem com que escreve (ao contrário do pensamento permissivo e contemporizador do "mundo gospel" atual), mas pelo irmão primar pela defesa do Evangelho (o que deveria ser uma obrigação de todos, tornou-se um prazer de poucos).

    Espero que de agora em diante tenha-o frequemente por aqui.

    Quanto à questão dos liberais, o que me preocupa não é o fato deles existirem, mas o fato de muitos de nós não perceberem certas "alianças" que se faz com esse tipo de incrédulo.

    Os ateus e outros grupos anticristãos deixam claras as suas posições, e sabemos onde estão, como agem, e o que pensam. Em contrapartida, os liberais estão cada vez mais se infiltrando na igreja, com uma "aura" de pretensa piedade, mas, como Paulo disse, negando-a com suas doutrinas e atitudes antibíblicas.

    Creio que, como o Edson alertou, faz-se necessária uma tomada de posição do Corpo local. Com o medo de parecerem reacionários, intolerantes e de não agirem em "amor", acabam por permitir e até mesmo aceitar um ímpio como se fosse irmão, demonstrando assim que, na verdade, não há amor a Deus e a Sua palavra.

    Muitos sites e blogs ortodoxos acabam se rendendo a aparentes cristãos, quando estão a dar publicidade a não-cristãos, pior, a anticristãos (o mesmo se reflete em igrejas, seminários, convenções, editoras, etc; sempre com a desculpa do falso amor).

    Porém, creio que sem a pregação fiel e sistemática da Palavra, o nome de Cristo continuará sendo blasfemado entre nós, e, vergonhosamente, por muitos de nós (ainda que não diretamente, mas indiretamente pela voz daqueles que não repudiamos).

    Muito obrigado pela visita e comentário; é uma honra tê-lo aqui.

    Grande abraço ao irmão.

    Cristo o abençoe!

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  7. Saudações cristãs,

    Excelente texto.

    Lendo-o não pude deixar de lembrar do curso de teologia que eu fazia na UNIGRAN. Era um curso em parceria com o INSTITUTO HOKMA e com o SEMINÁRIO BATISTA ANA WOLLERMAN (guardem estes nomes). Por aí pensei que se tratava de um curso que reconheceria, acima de tudo, a inerrância e suficiência da Escritura. Aliás, esta foi a propaganda que fizeram, que era um curso baseado na Bíblia. Mas logo percebi que fui enganado.

    Já no segundo módulo os professores começaram a vomitar todo tipo de blasfêmias e ataques à Palavra de Deus. Imediatamente entrei em contato com o coordenador do curso, o sr. Prof. Sérgio Nogueira (pastor batista) exigindo a imediata troca dos professores, mas (não foi surpresa para mim) não fui atendido, e ainda fui convidado a me retirar do curso, o que fiz com prazer.

    Não há como haver comunhão entre a luz e as trevas, pois ambas se odeiam e se repelem. Portanto, ou tiramos os liberais dos seminários, das editoras e das igrejas, ou nós saímos e fundamos novos seminários, editoras e igrejas.

    Em relação à internet, sugiro que retiremos qualquer link a sites liberais, mesmo que seja para reprovar, pois cada link que eles recebem aumenta seu pagerank.

    Abraços,

    Tiago Vieira
    INTERNAUTAS CRISTÃOS

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  8. Tiago,

    No início da minha conversão, pensei em cursar formalmente um seminário ou faculdade teológica, não para me tornar um pastor, mas pelo desejo de conhecer mais a Deus pela Escritura (o único caminho verdadeiro).

    Pois bem, acabei por não fazê-lo por questões financeiras à época, no que agradeço penhoradamente a Deus. Optei em comprar literatura reformada e ortodoxa, o que, no início, não sabia distinguir muito bem. À medida que fui crescendo na fé e no conhecimento de Deus e da Sua vontade, tornou-se fácil perceber que, mesmo entre nós ortodoxos, há um bom número de "liberais" se fazendo de ortodoxos. Eles vão minando pouco a pouco a verdade com o seu desprezo pela Escritura, com suas perversões e heresias camufladas de falsa piedade e amor; quando o que têm é ódio por tudo que se relacione com o Senhor Jesus Cristo, como o Verbo encarnado, a 2a. pessoa da Trindade Santa.

    E muitos, por tê-los em conta como grandes teólogos, pastores, mestres, acabam por coabitar com suas mentiras e corrupções. E daí, para aceitá-las, é um passo.

    É necessário que estejamos atentos e prontos a refutar e revelar os pensamentos desses homens e a eles mesmos como inimigos do Evangelho de Cristo.

    Enquanto isso, como o Edson disse, muitos sites e blogs cristãos ortodoxos, por amizade, educação, reciprocidade ou coisas que o valha, estão a indicar links de homens cruéis, cujo único objetivo é dispersar o rebanho do Senhor.

    Que o bom Deus nos capacite a estar em vigília constante, a fim de não sermos aprisionados no laço do inimigo.

    Grande abraço ao amigo e irmão.

    Cristo o abençoe!

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  9. Estou bestificado de saber como vocês amorosos cristãos se tratam. Pena que vocês nunca vão se entender nesta competição para saber quem vai chegar primeiro neste resort ou parque temático que vocês chamam de Paraíso. Vocês são ridículos até entre vocês.

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  10. Geraldo,

    saiba que este será o último comentário seu publicado por aqui, pois você sequer lê o texto e chega a conclusões infundadas e que estão apenas na sua mente distorcida e despreparada como a de um recém-nascido. Já lhe disse, em outra postagem, que não me interessa entrar em querelas com você ou quem quer que seja. Se estiver disposto a dialogar, ótimo! Estou à disposição, mas se quer apenas demonstrar a sua implicância, falta-de-educação e preparo para o diálogo, pode ir cassar a sua turma, pois aqui não vai ter o que quer.

    Como você não formulou nada inteligível, fica apenas a exortação quanto à sua infantilidade e precipitação igualmente pueril. Cresça, homem!

    Novamente, Cristo o abençoe e abra-lhe os olhos!
    [Sincera, e não provocativamente]

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