27 fevereiro 2015

A generalização do caos



Por Jorge Fernandes Isah

Muitas pessoas encontram-se desanimadas com o quadro político, econômico e social no país, e são tomadas de sobressalto a cada novo escândalo veiculado pela mídia, chegando-se mesmo a uma angústia da alma, a um estado de desolação, sem esperanças ou perspectivas a motivá-las a um futuro, ainda que longínquo, em que o Brasil possa ressurgir da lama na qual está atolado até o cocuruto.

A questão não se resume aos escândalos diários, como se fosse apenas o desdobramento do ofensa à ordem do dia anterior, mas deve-se ter a real dimensão de tudo isto que está acontecendo e por quais motivos e objetivos acontecem. Não é simplesmente roubalheira ou corrupção ocasionais, ainda que perdurem ao menos nos últimos 12 anos de governo (até porquê o histórico de corrupção na república é algo germinal; iniciou-se antes mesmo do fim da Monarquia), e nem tão somente ligados apenas a um partido, o PT. É claro que as dimensões do furto, da corrupção, dos desvios públicos atingiram níveis inimagináveis nas mãos de Lula e Dilma, ao ponto em que a maior empresa brasileira e uma das dez maiores do mundo até 2008, encontra-se em estado falimentar; se fosse uma empresa privada já teria quebrado, mas como não é, respira por aparelhos, em coma.

A pergunta que se deve fazer é: Como se mantém um governo no poder? Como fazê-lo perpetuar-se? E garantir que se perpetue?

O dinheiro é apenas o meio para se conseguir isso, comprando votos, corrompendo, alugando cargos, favorecendo aos amigos do "rei", ou seja, aparelhando o Estado de tal maneira que não haja resistência à permanência ou manutenção no poder de um grupo ideológico. E os marxistas sabem e souberam muito bem fazer isso (e estão fazendo "com louvor"), debaixo de nossas barbas, sem que haja uma efetiva oposição, sem que muitas lideranças, por conveniência, desonestidade, cumplicidade ou ignorância de-se conta do acontece e foi tramado há mais de vinte anos pelo Foro de São Paulo [1], seguindo a cartilha do Fabianismo e Gramscianismo [2]. O que se chama "oposição" não o é de princípios mas de cargos e postos, apenas querem assumir o lugar do PT e tocar o barco tal ou qual eles tocam. Em suma, seria trocar seis por meia-dúzia. Então, pensar apenas em um escândalo, em um roubo, em um desmando, em uma afronta à lei, é ter uma visão localizada, minimizada da realidade, faltando-se compreender a abrangência efetiva do propósito marxista e sua união continental para a implantação de uma "pátria totalitária" na América Latina. Saindo o PT, entra-se outro partido de esquerda (onde estão os partidos conservadores no Brasil? Ninguém sabe, ninguém viu!), e a valsa continuará sendo tocada na mesma toada. O próprio fato da maioria das pessoas acreditarem no absurdo de que o PSDB e DEM são partidos de direita ou conservadores, detalha minuciosamente o estado de manipulação e ignorância histórica, política e de valores morais em que o país se encontra. É pessimismo, podem dizer alguns, mas a realidade o prova, e a história mais recente (vide Argentina, Venezuela, Bolívia, etc) apenas se repete por aqui também.

Qual a solução? A curto e médio prazo, não vejo uma solução efetiva. A coisa está tão preta, mas tão preta, que o "reino de terror" está em franco desenvolvimento, e o que virá pelos próximos meses e anos não é nada animador. Enquanto as pessoas permanecerem atentas apenas ao "último escândalo", nada ou pouco poderá ser feito efetivamente. A solução é a longo prazo, uma mudança de mentalidade, o abandono da mente carnal e marxista por uma mente cristã. E isso somente acontece quando as pessoas entendem e aceitam o Evangelho, em todo o seu corpo, em toda a sua totalidade. Para um veneno (o pecado, o crime, a impiedade, a imoralidade, etc), apenas o antídoto: Cristo![3]

Para muitos parecerá simplismo ou reducionismo, mas como alguém pode caracterizar ou considerar o Evangelho de Cristo desta maneira?

Porém o ódio deste mundo a ele e a sua palavra é algo entranhado no DNA humano, subindo à cabeça e descendo ao coração, de uma maneira tão virulenta que é mais fácil imaginar um mundo perfeito criado pelas mãos humanas mas que não saí do discurso ideológico, pois a realidade e a história provam, e provaram, a sua eficácia em negá-lo na prática, do que aceitar o jugo leve e suave de Cristo.

Ainda que o mundo não conheça a graça de Cristo, é-se possível viver em um mundo minimamente em ordem (se é que tal existe), mesmo na desordem pós-Queda [4]. Sociedades não muito antigas como a européia e a americana fundadas em valores cristãos parecem-me ainda possíveis; mesmo que na atual conjuntura de degradação mental e espiritual, seja uma loucura para os tolos!


Notas: [1] O Foro de São Paulo é uma organização criada em 1990 por Fidel Castro, Hugo Chaves e Lula com o nítido objetivo de implementar a "grande pátria", ou seja, a comunização de toda a América Latina nos moldes de Cuba. Basta olhar para os nossos vizinhos (Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador, p. ex.), e também o Brasil, para ver como eles foram bem sucedidos em seus intentos nefastos. 
[2] Fabianismo e Gramscianismo são movimentos políticos marxistas que acreditam na progressiva e gradual evolução da sociedade, utilizando da democracia, para instalar o comunismo. 
[3] Mesmo sabendo que um reino de paz não acontecerá antes do retorno do Senhor Jesus, urge-se ainda mais a pregação do evangelho. Não para mudar o estado geral de coisas, as quais parecem quase irreversíveis, e não somente no Brasil mas no mundo, mas para que, ao menos, alguns saibam que a saída está aí, bem na cara de todos, mas por uma série de fatores, entre eles a Queda e a depravação total do homem (que a mentalidade moderna teima em não reconhecer), eles escolheram o caminho tortuoso da ilusão, de se criar uma outra realidade, onde o massacre ideológico teima em afirmar e insistir na criação de um mundo perfeito à margem de Deus e do seu Evangelho, o que é impossível, um sofisma dos mais grandiosos. De qualquer forma, como servos, resta-nos proclamar o Reino, e que ele venha!
[4] Queda é o evento no qual o homem e a mulher, no Éden, desobedeceram a Deus e, por isso, o pecado entrou no mundo. A visão bíblica e cristã é de que com ela toda a criação foi corrompida, não somente o homem, mas todo o Cosmos. 

01 fevereiro 2015

"Regozijai-vos no Senhor!": Sermão em Filipenses 4.4






Por Jorge Fernandes Isah




ESBOÇO DA PREGAÇÃO FILIPENSES 4.4

Todos de pé para a leitura da palavra de Deus, por favor, em Filipenses 4.1-4:

"Portanto, meus amados e mui queridos irmãos, minha alegria e coroa, estai firmes no Senhor, amados. rogo a Evódia, e rogo a Síntique, que sintam o mesmo no Senhor. E peço-te também a ti, meu verdadeiro companheiro, que ajudes essas mulheres que trabalharam comigo no evangelho, e com Clemente, e com os meus outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida. Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos"

RESUMO DA PREGAÇÃO ANTERIOR:

Farei um resumo do visto na semana passada, pois este sermão é continuação daquele:

1) Meditamos sobre os versos 1 a 3, do capítulo 4 de Filipenses.

2) Vimos que a igreja estava sendo perseguida por judeus e romanos; muitos cristãos eram presos e destes, vários eram condenados à morte; a igreja encontrava-se em angústia e aflição, talvez até mesmo desanimada.

3) Paulo estava preso em Roma, sob rigorosa vigilância da guarda pretoriana, mas, mesmo assim, as cadeias não o impediram de evangelizar e levar muitos da “casa de César” à conversão, a reconhecerem Cristo como Senhor e Salvador.

4) A prisão de Paulo e os frutos do seu ministério mesmo impossibilitado de se deslocar, levou muitos irmãos ao ânimo, a pregarem Cristo sem temor.

5) Ele ordena-nos a estarmos firmes em Cristo (não como um pedido, conselho ou possibilidade, mas como uma obrigação).

6) O apóstolo exorta Evódia e Síntique a voltarem à unidade, à harmonia e a abandonarem a inimizade e disputa entre elas; voltando-se a um mesmo pensamento, um mesmo propósito, colaborando-se mutuamente e com os outros irmãos.

Agora, ele nos ordena, nos exorta, insufla, a alegria, ao gozo. Portanto, nos coloquemos de pé e leiamos, todos, o verso 4.4, de Filipenses:

“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.”

A palavra regozijar significa alegria, contentamento, satisfação, júbilo. Pare um pouco e pense; darei alguns segundos para responder: Eu me regozijo no Senhor? Eu me alegro em Cristo? A minha vida é plena de satisfação nele ou não?


INTRODUÇÃO:

- Complexidade do tema “Alegria sempre”;

- Assunto amplo, abrangendo desde a questão do sofrimento, pelo da perseverança ou preservação dos santos, testemunho diante dos homens e na obra de evangelização. O regozijo no Senhor está ligado diretamente a estes assuntos;

- Mas tratarei inicialmente de quando a alegria acontece em meio às tribulações, sofrimentos e dores.

- O senso comum diz que o sofrimento é por alguma culpa ou coisa de ruim que fizemos (os judeus atribuíam o sofrimento ao pecado cometido).

- Teologia positivista ou da prosperidade que afirma a vitória do crente ou seja, de que ele não pode e não deve sofrer e, se acontece, é por falta de fé.

- Mas, o que a Escritura nos diz?

. 2 Co 7.4: Paulo afirma conseguir alegrar-se nas suas tribulações dos demais irmãos;

. Rm 12.12: Alerta-nos a ter paciência nas tribulações;

. Mt 5.11-12, Jesus disse que seriamos bem-aventurados se exultássemos e alegrássemos nas injúrias, perseguições e todo o mal que fizessem contra nós.

.1 Pe 4.13, Pedro exorta-nos a alegrar-nos em participar das aflições de Cristo.

Este é um tema a suscitar muitas pregações e estudos, pois se há algo que o crente pode ter certeza é de não somente crer em Cristo, mas de também padecer por ele (Fp 1.29).

Provavelmente não chegaremos à unanimidade quanto a alguns pontos, mas podemos chegar à unidade de clamar a Deus para ele nos fazer alegres sempre.

QUAL É A ALEGRIA?

Há aquele hino no Cantor Cristão, “Sou Feliz”, No. 398, e em sua primeira estrofe diz:

“Se paz a mais doce me deres gozar
Se dor a mais forte sofrer, oh! Seja o que for,
Tu me fazes saber que feliz com Jesus sempre sou!”

- Os autores dizem que em qualquer situação, benéfica ou desfavorável, somos felizes com Jesus.

- Mais do que isto, Cristo é a causa da nossa alegria, o único motivo pelo qual podemos ser verdadeiramente alegres.

- Podemos dizer, convictos, o mesmo que Paulo nos ordena, “Regozijai-vos sempre” (1 Ts 5.16)?

- Paulo está ordenando, exortando-nos ao regozijo, já que o verbo está no imperativo, como uma obrigação, um dever, mas também como um privilégio, uma honra.

- Na Carta aos Filipenses, o Apóstolo faz referência a gozo, a alegria, 14 vezes, em um momento dramático para a igreja e para si mesmo.

- “E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós. E vós também regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto mesmo” (2.17-18).

- Sacrifício = derramamento de vinho ou licores em honra aos deuses. No Brasil, os bebuns têm o hábito de derramar a aguardente no chão em honra ao “santo”. Paulo está-nos dando a ideia de deixar a sua vida esvair-se, gastá-la, em honra dos irmãos.

- É possível o regozijo em meio à dor e o sofrimento?

- O fato da alegria do crente ser diferente da alegria do homem natural.

- A alegria no homem natural se deve, em sua maioria, a fatores externos: conforto, dinheiro, saúde, morar em um duplex com uma bela vista, estar junto das pessoas que amamos, comprando, bebendo, acumulando bens, etc.

- A alegria do incrédulo é dependente de coisas condicionais, tendo-as se satisfaz, não tendo-as entristece-se.

- O homem natural não se alegrará jamais em meio à tristeza, pois falta-lhe os “meios” para alcançar o estado de alegria.

- O mundo exterior não traz segurança, e as coisas que nos trazem alegria podem mudar de uma hora para outra: perde-se a saúde, o dinheiro, a juventude, a paz, pessoas amadas, etc, e, acontecendo a tristeza e o desânimo tomam o seu lugar.

- Há pessoas detentoras de todos esses “meios” e muitos mais, como beleza, eloquência, inteligência, poder, influência, etc, e, ainda assim, não se regozija com o que tem.

- Satanás veio para roubar, matar e destruir.

- No caso do crente, ele tem de se alegrar mesmo nos momentos mais dolorosos e sofridos. A nossa alegria não depende dos “meios” externos para subsistir. Por que? Porque é a comunhão, o relacionamento, a intimidade com Deus, que permite-nos estar e ser alegres todo o tempo.

- E isto se dá independente dos acontecimentos e fatos exteriores.

- O crente é como o mar, na superfície, ele é sacudido pelos ventos, provocando uma inconstância, uma instabilidade, enquanto nas profundezas do mar há um estado permanente de segurança, onde as intempéries da superfície não podem alcançá-la, nem alterá-la.

- Fp 3.1: “Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor”.

- Qual o significado de “resta”? Seria a busca em mundo caído de alegria e, não encontrando-a, resta apelar para Cristo com última esperança? Ou ele está demonstrando que, em todo o universo, não há alegria perene a não ser em Cristo, ou seja, somente nele é possível encontrar-se a alegria verdadeira?

- A única fonte segura de regozijo é o Senhor.


COMO BUSCAR A ALEGRIA?
 

1) Deus ser o centro da nossa vida;
Em 1 Coríntios 29-31, lemos a respeito do cristão: “Para que nenhuma carne se glorie perante ele. Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; para que, como está escrito: Aquele que se glória glorie-se no Senhor”.

2) Reconhecer a nossa total dependência de Deus.
É o que o profeta diz:
“Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias”. (Is 61.10)

3) Cristo é a própria alegria:
“O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo. Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.” (1 Jo 1.1-4).

4) Entender que a alegria é um dom divino:
“Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo" (Jo.15.11).

5) E de que Deus é aquele que nos enche de alegria e gozo:
“Ora o Deus de esperança vos encha de todo gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo” (Rm 15.13).



O PECADO TIRA-NOS A ALEGRIA

- Porque ele nos afasta do Senhor.

- Arrependimento.

- "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (1Jo 1.9).

- Fugir do pecado.


O ÓDIO E O RANCOR TIRA-NOS A ALEGRIA

- Porque ele tira-nos o amor, e, se não amamos ao próximo que vemos como poderemos amar a Deus que não vemos? Novamente, João escreve:

“Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão”. (1 Jo 4.19-21)

- O Senhor disse no Sermão do Monte:

“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.44); 



e, ainda, na oração do Pai Nosso:
 
“E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores... Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens a suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” (Mt 6. 12, 14-15).

- Porque o que seria o “não perdão” senão uma forma de se vingar do ofensor? Acontece que o nosso coração fica aprisionado nessa armadilha, cujo objetivo principal é impedir-nos de ter o essencial, de estar em conformidade, em união, com o Espírito do Senhor.


CONCLUSÃO:

Como já disse, a alegria é a estreita, profunda e intrínseca relação com o Senhor. Ele é a nossa alegria, e fora dela não há alegria verdadeira. Devemos ter o entendimento correto de o regozijar-se é uma dádiva, um dom divino, e privilégio concedido a nós. É algo essencial e da natureza do cristão bíblico, portanto, devemos clamar a Deus para nos fazer cada dia mais alegres, cada dia ele se torne mais suficiente em nossas vidas, cada dia queiramos mais e mais a sua presença, ao ponto de nos entristecermos quando isto não acontece. Pois somente assim poderemos, nas benesses e desfavores do dia-a-dia, estarmos alegres, em júbilo, regozijando-nos em Cristo. 



Notas: 1 - Pregação realizada no culto dominical do Tabernáculo Batista Bíblico;
2 -  Seria ideal a leitura deste resumo e a audição da pregação, disponível acima.